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Paulo Pinto/Fotos Públicas

A tendência de chuva para os próximos sete dias é de que o canal primário de umidade da América do Sul concentre-se entre o Centro-Oeste e o Sudeste do Brasil. Haverá maior disponibilidade de vapor d’água na atmosfera e, assim, chuva mais frequente e volumosa em parte destas regiões.

Com efeito, sob fluxo de umidade da região amazônica, as áreas do Mato Grosso e de Goiás serão as regiões com mais chuva nos próximos sete dias. Será, contudo, muito variável em volumes de um ponto para o outro.

Os volumes de chuva nos próximos sete dias serão particularmente mais altos em no Sul e no Leste de Minas Gerais, no Norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. 

Devem ser esperados temporais principalmente da tarde para a noite que trazem volumes muito altos em curto período. Portanto, podem trazer alagamentos e risco de deslizamentos de terra.

Em São Paulo, as precipitações tendem a ser muito irregulares e com pancadas apenas isoladas típicas de verão. Em razão do calor, devem ocorrer temporais isolados da tarde pra noite com grandes acumulados de precipitação isoladamente.

Isso em áreas urbanas, por exemplo, como da capital paulista, provoca alagamentos e inundações repentinas. Estes altos volumes isolados não conseguem ser antecipados por modelos numéricos com precisão. 

No Sul do Brasil, a chuva será mais escassa e muito irregular nos próximos sete dias. No Leste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e do Paraná é que chove mais. 

O mapa do modelo Icon do serviço meteorológico alemão, disponível ao assinante na seção de mapas com quatro atualizações diárias, mostra os volumes de chuva de sete dias.

Observe a tendência de um bolsão de ar mais seco e quente no “miolo” do continente com a chuva toda na periferia desta área.

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