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A erupção do vulcão La Soufrière atualmente proporciona imagens de satélite espetaculares. Com a tecnologia de satélites avançando a cada ano, esta será uma das erupções com melhor documentação visual a partir do espaço até hoje no planeta.

Antes de mais nada, a erupção é de grandes proporções e já teve diversos e eventos explosivos desde a quinta-feira, contudo não há vítimas.


Com efeito, o satélite Sentinel3 do Sistema Copernicus mostrou a escala da erupção vulcânica.  Inicialmente, a ilha de Saint Vincent quase desapareceu de vista sob a pluma de cinzas. Na imagem, por sua vez, a pluma de cinzas alcança Barbados.

A Planet Labs divulgou imagem da nuvem de cinzas obscurecendo toda a ilha de Saint Vincent. O registrou ocorreu na sexta-feira depois que o vulcão La Soufrière entrou em erupção explosiva. A imagem se deu às 10h13, horário local, na sexta.

O satélite GOES-17 da NOAA proporcionou uma visão incrível da erupção. O satélite ofereceu uma vista lateral espetacular do evento explosivo das 16h30 UTC de sábado. O aspecto, por exemplo, é de uma explosão atômica vista do espaço. 

A NOAA, a agência climática dos Estados Unidos, criou um setor nas imagens do GOES apenas para a erupção.

Nesse sentido, as imagens são a cada um minuto para o setor de Saint Vincent. Isso permitiu ver com rara nitidez  um dos eventos de explosão.

Transtornos de La Soufrière vistos do espaço

Uma das últimas explosões do vulcão provocou logo depois um blecaute na ilha. Satélites conseguiram registrar o momento em que a ilha mergulha na escuridão. 

Então, muitas cinzas vulcânicas estão se precipitando nas imediações do vulcão La Soufrière com impacto na rede de energia da ilha.

A população foi orientada a usar máscaras e vedar as janelas. Muitos moradores e turistas já deixaram a ilha por navios. Nesse sentido, empresas de cruzeiros marítimos participam das operações de resgate.


O vulcão 

O vulcão apresentou erupções em 1718, 1812, 1902, 1971, e 1979. A mais devastadora erupção o vulcão La Soufrière foi em 1902 e matou cerca de 1.600 pessoas, a maioria delas indígenas caribenhos, perderam a vida. À época, a ilha não possuía um sistema de alerta.

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Por fim, a última grande erupção ocorreu em abril de 1979, mas não houve vítimas porque a população local foi evacuada. Emfim, a ilha conta hoje com um moderno sistema de monitoramento e alerta para a população.

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