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A primeira metade de agosto foi marcada por pouca chuva no Rio Grande do Sul, dando prosseguimento à tendência observada em julho no território gaúcho que foi o mês com os menores índices de precipitação no ano até agora em diversas cidades. A perspectiva, contudo, é diferente para a segunda metade deste mês.


A chuva nos últimos 15 dias ficou entre 10 mm e 30 mm em grande parte do Rio Grande do Sul com os maiores volumes na Metade Norte. Muito pouco, considerando que agosto é um mês historicamente muito chuvoso com marcas de 150 mm a 200 mm na maioria das cidades gaúchas. Em alguns municípios, entretanto, sequer choveu 5 mm até agora no mês.

A chuva começa a retornar nesta semana. Já nesta quarta-feira se espera que o ingresso de ar quente induza pancadas de chuva com raios, trovoadas e risco de granizo localizado no Sul e no Leste gaúcho. No final da semana, uma frente fria deve avançar e trazer chuva para a maior parte das regiões. Os volumes, em geral, entretanto ainda não devem ser altos na maior parte do estado gaúcho nesta semana.

O mapa acima mostra a projeção de chuva para os próximos sete dias do modelo Icon, do serviço meteorológico alemão, disponível ao assinante na seção de mapas do site. Como se observa, a tendência é que a chuva não seja volumosa na maior parte do Rio Grande do Sul ainda nesta semana.


A projeção muda semana que vem no Sul do Brasil. A perspectiva é de mais chuva e com mais altos volumes. Veja acima a projeção do modelo canadense, também disponível na seção de mapas ao assinante, com o indicativo (que mudará conforme as rodadas) para dez dias no Sul do país. De acordo com a projeção, os volumes devem ser até altos em parte do Sul do Brasil com marcas de 100 mm a 200 mm em algumas áreas.

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Na próxima semana, o Sul do Brasil estará entre massas de ar quente e frio que vão atuar mais ou menos na região, conforme o dia. Em um dia, ar mais frio avançará e em outro ar mais quente será dominante. Essa “gangorra” de massas de ar com distintas características na parte meridional do país proporcionará maior instabilidade atmosférica e, por efeito, um aumento da chuva.

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