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No Brasil continental dos contrastes estes também aparecem no clima com excesso de água para uns e escassez para outros. No Sul do Brasil, tem chovido muito em parte da região e vem ainda mais. No Nordeste do Brasil, o tempo seco predomina. É um sinal inverso ao que, em regra, ocorre com La Niña no verão.


Modelos de previsão analisados pela MetSul indicam que a chuva estará mais presente diariamente neste período nos estados do Sul, ou seja, serão muitos dias consecutivos com chuva. Em alguns choverá muito e em outros de forma isolada e passageira. O fato é que o período prolongado de instabilidade e os volumes altos podem trazer a recuperação dos níveis de diversos rios da região, mas por outro lado trazer transtornos como queda de barreiras e alagamentos, sem mencionar o risco de temporais. 

No Centro-Oeste, o período dos próximos dez dias é favorável a chuva com altos acumulados que podem superar os 150 mm em Mato Grosso, com projeção de volumes entre 50 e 100 mm em muitas cidades do Mato Grosso do Sul e Goiás. 

No Sudeste, por sua vez, a chuva ficará mais concentrada no estado de São Paulo, onde os acumulados previstos poderão ficar ao redor de 100 mm no Oeste e no Vale do Ribeira. Em Minas Gerais, Espírito e Rio de Janeiro este será um período de intenso calor e desconforto com pouquíssima chuva.


No Norte do país, os modelos projetam chuva bem distribuída de forma geral ao redor de 100 mm, contudo,m tem previsão de excesso de chuva no estado do Amapá com volumes perto de 300 mm e pouca chuva em Roraima. 

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No Nordeste, o Maranhão, Norte do Piauí e Ceará podem ter chuva com acumulados ao redor de 100 mm, porém essa não é a realidade de extensa parte da região que terá pouca ou nada de chuva desde o Sul da Bahia até o Rio Grande do Norte.

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