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Você está habituado a ler a previsão do tempo para no máximo alguns dias ou climática para até três ou quatro meses. Nenhum órgão operacional de Meteorologia no mundo faz previsão de clima para um ano inteiro, apesar de simulações por computador com estimativas para até doze meses a frente ou mais. Seria temeridade ou até impossível tentar antecipar o comportamento do nosso clima para 2018 inteiro, mas há tendências que podem sim ser adiantadas.


O gráfico mostra a projeção de modelo para o Pacífico Equatorial até 2019. Se observa a perspectiva de La Niña neste primeiro trimestre de 18 com tendência de transição para um estado de neutralidade no outono. É hoje o cenário mais provável. O modelo mantém o Pacífico sob neutralidade no segundo semestre do novo ano, mas para a MetSul é cedo para se estabelecer tal projeção. Com um começo de 2018 sob La Niña, o Rio Grande do Sul deve ter frequência acima do normal de períodos mais secos ou com chuva abaixo da média até meados do outono, reforçando a preocupação com déficit hídrico.

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Outra consequência do começo do ano influenciado por La Niña é a perspectiva de que o frio chegue mais cedo em 2018. Quanto ao inverno, estação que é adorada por muitos e odiada por outros tantos, é improvável que seja tão quente quanto em 2017 e devem ser esperados alguns eventos de frio muito rigoroso.

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