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Frente semi-estacionária traz chuva no Rio Grande do Sul e é responsável por queda de temperatura no estado gaúcho e na maior parte de Santa Catarina pelo aumento da cobertura de nuvens, mas a maior parte do território do Brasil segue sob influência de uma grande e intensa massa de ar seco e quente.


A imagem acima, divulgada pela Adam Plataform, mostra a dimensão da influência do ar quente no Brasil. Trata-se de um mapa produzido a partir da medição do satélite europeu Sentinel-3, do Sistema Copernicus.

O mapa foi feito com base em dados do dia 23 de agosto não é de temperatura do ar circulante, medida por estações meteorológicas a um metro e meio do solo e em abrigos, mas sim da temperatura da superfície (Land Surface Temperature ou LST).

A temperatura está muito alta em todo o Centro e Norte da América do Sul, incluindo Brasil, Bolivia, Paraguai e Peru. O calor mais intenso se observa entre Mato Grosso e Rondônia assim como em áreas do interior do Nordeste.

A temperatura na tarde desta terça-feira (24) superava os 35ºC às três da tarde no Noroeste do Paraná, no Oeste de São Paulo, em Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e em outros estados.


A previsão do tempo da MetSul indica que a temperatura somente declina em parte do Brasil Central, especialmente em pontos do Sudeste e mais ao Sul e Oeste do Centro-Oeste, no final desta semana com o deslocamento de uma frente fria e o avanço de uma massa de ar frio pelo Sul do Brasil.

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Até lá, o calor será muito intenso e algumas cidades de São Paulo podem ter nesta quarta-feira as suas mais altas temperaturas máximas deste ano, inclusive na região da capital paulista em tarde que será escaldante na capital e no interior de São Paulo.

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