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A MetSul Meteorologia adverte que a chuva seguirá volumosa numa faixa que compreende áreas do Centro-Oeste, do Sudeste e mais ao Norte do Sul do Brasil. Os maiores acumulados de precipitação ocorrem no Noroeste e no Norte do Paraná, no Centro-Sul e no Leste do Mato Grosso do Sul, em São Paulo, Rio de Janeiro e no Sul de Minas Gerais.

A chuva desta semana já trouxe volumes altos, como previsto pela MetSul, para vários locais destas áreas. No Paraná, por exemplo, a precipitação está perto de 100 mm em Cascavel. Vários outros municípios do Sudoeste e do Oeste paranaense registram entre 50 mm e 80 mm. No Mato Grosso do Sul, alguns municípios como São Gabriel do Oeste e Mundo Novo somam entre 50 mm e 70 mm até agora na semana.


Em São Paulo, por sua vez, os acumulados desde o fim de semana somam entre 20 mm e 50 mm em muitos municípios com marcas até perto de 90 mm em Cachoeira Paulista. Já na cidade de São Paulo, os registros das estações apontam entre 20 mm e 30 mm na maioria dos bairros da capital paulista.

Ar mais frio vai avançar a partir desta quarta-feira pelo Norte da Argentina, o Paraguai e o Sul do Brasil. Isso vai organizar uma frente fria com chuva mais volumosa principalmente na faixa que vai do Mato Grosso do Sul a São Paulo e o Rio de Janeiro, atingindo o Norte do Paraná. Na maior parte do Sul do país, os volumes de chuva não serão altos.


O cenário fica muito evidente nos mapas abaixo com as projeções de chuva acumulada diária para o Centro-Sul do Brasil nesta terça, amanhã, quinta e sexta. Observe nas projeções do modelo meteorológico alemão Icon como a tendência é de a instabilidade se reforçar entre parte do Centro-Oeste e do Sudeste neste meio de semana com o avanço do ar mais frio pelo Norte da Argentina, Paraguai e o Sul do Brasil.

Os mapas do modelo de alta resolução WRF da MetSul Meteorologia de chuva acumulada em 72 horas, até 21h da quinta-feira, para o Centro-Oeste, o Sudeste e o Sul evidenciam como as precipitações mais volumosas devem ocorrer entre o Mato Grosso do Sul, parte do Paraná, São Paulo e o Rio de Janeiro com mais de 100 mm no período em alguns pontos.

Sob este cenário, a chuva pode ser localmente forte a torrencial em pontos destas áreas, o que pode trazer o risco de alagamentos e de alguns deslizamentos de terra. Não são descartados temporais, mas de forma muito localizada e ocasionalmente fortes em alguns setores ante a formação de nuvens de grande desenvolvimento vertical.

Mais ao Sul, no Rio Grande do Sul, a segunda metade da semana terá sol, nuvens e chuva com maior instabilidade entre sexta e sábado, embora em algumas regiões gaúchas já chova antes. Notável será a queda da temperatura à tarde com o avanço do ar mais frio.

Depois de um início de semana de tardes muito agradáveis, as máximas entram em declínio e as tardes do final da semana serão muito amenas e até frias para a época do ano com nebulosidade e chuva inibindo um aquecimento diurno maior.

Saiba como consultar os mapas

Todos os mapas de chuva neste boletim, e outros de temperatura, risco de granizo, vento, umidade, pressão atmosférica, geada e neve, dentre outras variáveis, podem ser consultados a qualquer hora pelo nosso assinante (assine aqui) na seção de mapas. As projeções dos modelos atualizam duas a quatro vezes por dia, de acordo com cada simulação. Na seção de mapas, é possível consultar ainda o modelo WRF de altíssima resolução da MetSul.

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