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Eclipse parcial da Superlua em Torres | Gabriel Zaparolli

O eclipse parcial da Superlua de 2021 encantou quem acordou cedo e encarou o frio intenso para ver o fenômeno celestial. Em Torres, no Litoral Norte gaúcho, o fotógrafo Gabriel Zaparolli fotografou a evolução do eclipse e produziu uma composição das diversas imagens que mostram como foi o obscurecimentos. 

Evolução do eclipse vista de Torres | Gabriel Zaparolli

De acordo com o Observatório Nacional, o eclipse da Lua ocorre quando a Lua entra na sombra da Terra. Quando um corpo extenso ilumina outro corpo extenso ocorrem duas regiões de sombra: uma sombra que recebe luz de alguns pontos da fonte luminosa, chamada penumbra e uma sombra que não recebe luz nenhuma da fonte luminosa, chamada de umbra. Corpo extenso é aquele que tem alguma dimensão, ou seja, que não é um ponto.


Quando a Lua entra na penumbra temos um eclipse penumbral, quando entra em parte da umbra, temos um parcial e quando entra totalmente na umbra temos o total, quando a Lua fica ainda mais linda e avermelhada.

Todo eclipse total passa pelas fases penumbral e parcial. Ao contrário do total do Sol que é visto somente em uma faixa estreita sobre a Terra, o total da Lua é visto em todo o lugar onde a Lua está sendo vista. 

O de hoje foi visto como total somente na Austrália,  na parte Oeste dos Estados Unidos, parte do Oeste da América do Sul e no Sudeste da Ásia.


No Brasil não foi visto como total, uma vez que a Lua estava se pondo ou já tinha descido pelo horizonte quando começou o eclipse. 

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No penumbral não se consegue perceber a diminuição da luminosidade da Lua a olho nu, explica o Observatório Nacional. 

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