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Uma calamidade se abateu sobre parte da cidade de São Paulo e região do Grande ABC no final do domingo e no dia de ontem com chuva extremamente forte que provocou inundações repentinas, enorme número de pontos de alagamentos, deslizamentos, queda de árvores e desabamento.

 


O saldo de vítimas até o começo da noite de ontem era de 12 mortes, algumas por afogamento em plena rua. A água atingiu mais de dois metros de altura em alguns pontos. Carros foram arrastados pela correnteza como se de brinquedo e se empilharam nas ruas.

Temporais com chuva muito intensa são comuns em São Paulo na temporada chuvosa que vai de novembro a março. Por isso, cenas de alagamentos na capital paulista são vistas com freqüência durante o verão. O volume de chuva do final do domingo e o começo da segunda, entretanto, foi muito elevado para um curto período com mais de 100 mm em apenas três horas em algumas estações da Grande São Paulo. Sendo uma área de terreno muito impermeável pela alta densidade de urbanização, e com macrodrenagem deficiente, transtornos eram inevitáveis.


Frente fria na costa ativou áreas de instabilidade sobre o estado de São Paulo, onde havia maior aporte de umidade e ar tropical quente e úmido, gerando as tempestades que causaram a maior tragédia meteorológica deste verão no Brasil.

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