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Verão de recordes no Hemisfério Norte. O Japão teve o recorde nacional de temperatura máxima ontem com 41,1ºC em Kumagaya, 40 quilômetros de Tóquio, que tem registros desde 1896. Mais de 70 pessoas já morreram pelo calor no país e milhares encontram-se hospitalados. As Coréias do Sul e do Norte igualmente registram recordes de calor com máximas perto de 40ºC. A temperatura na estação de Yeongcheon atingiu nesta terça 40,2°C, a maior até hoje registrada na Coreia do Sul.


Na Europa, a maior parte do continente enfrenta uma onda de temperatura muito alta. Máximas acima de 32ºC chegaram ao Norte da Escandinávia, além da linha do Círculo Polar Ártico, com grandes incêndios florestais na Suécia que pediu ajuda internacional para combater o fogo.

O Reino Unido enfrenta o começo de verão mais seco da história. Gramados de parques de Londres e dos palácios da realeza estão virados em palha. Desde 1976 não fazia tanto calor. No Mediterrâneo, o calor alimenta os piores incêndios florestais em décadas que já deixaram 50 mortos nos arredores de Atenas.


No deserto do Saara, no Norte da África, a estação de Ouargla, Argélia, registrou 51,3ºC no dia 5 de julho. Mais alta marca já observada por equipamento confiável no continente africano até hoje, segundo a Organização Meteorológica Mundial. Também no começo de julho, o Canadá passou por violenta onda de calor que trouxe máxima recorde de 36,6ºC em Montreal. Mais de 70 pessoas morreram em Quebec, superlotando os necrotérios. Na Califórnia, Estados Unidos, algumas estações de Los Angeles anotaram as suas maiores máximas até hoje no dia 6 com 43,9ºC no campus da UCLA e 47,2ºC no Aeroporto de Van Nuys.

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