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O final do mês de outubro reserva chuva para as principais áreas produtoras de grãos do país e do Cone Sul da América, mas no Sul do Brasil o cenário ainda é preocupante. O canal de umidade principal da Amazônia trará chuva volumosa em parte do Centro-Oeste, como em vários pontos do Sul de Goiás e do estado do Mato Grosso do Sul, e vai avançar para Sul até o Centro da Argentina, onde na chamada “região núcleo” devem ser esperados altos volumes de precipitação.

No Sudeste do Brasil, a chuva tende a ser mais volumosa nesta semana no Norte de São Paulo e em Minas Gerais, inclusive com acumulados muito altos em alguns pontos com temporais. O quadro não é tão favorável no Sul do Brasil. Espera-se chuva na região, já hoje em pontos do Paraná, mas no Rio Grande do Sul a instabilidade deve se dar durante a segunda metade da semana.


A grande preocupação em relação ao Sul do país, onde a pouca umidade disponível no solo dificulta o plantio e os níveis dos rios não param de baixar, é que a chuva nesta semana será muito irregular na distribuição e com volumes baixos na maioria das áreas. Não se antecipa, assim, um cenário de precipitação de reposição hídrica e que pouco ou nenhum efeito terá em grande número de municípios.


O mapa acima do Centro-Sul do Brasil mostra a tendência de chuva para sete dias do modelo meteorológico Icon do serviço de Meteorologia da Alemanha (DWD) e que está disponível ao assinante da MetSul na seção de mapas do site com quatro atualizações diárias.

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