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Pancada muito isolada de chuva associada ao calor em Santo Cristo, Noroeste gaúcho, nesta semana. | Rodrigo Brum

A tendência de chuva para os próximos sete dias é de que o canal primário de umidade da América do Sul concentre-se sobre a parte central do Brasil com maior disponibilidade de vapor d’água na atmosfera e, assim, chuva mais frequente e volumosa na região.

Com o fluxo de umidade da região amazônica, o Centro-Oeste e o Sudeste do Brasil serão as áreas com mais chuva nos próximos sete dias, apesar de muito variável em volumes de um ponto para o outro.

Os volumes de chuva nos próximos sete dias serão particularmente mais altos na Região Sudeste. Destacamos o risco de precipitação volumosa no Leste paulista, com grande risco de chuva acima da média e temporais de chuva intensa no Litoral de São Paulo e na cidade de São Paulo, além da região metropolitana da capital paulista. Devem ser esperados temporais principalmente da tarde para a noite que trazem volumes muito altos em curto período com alagamentos e risco de deslizamentos de terra. 

No Sul do Brasil, a chuva tende a ser mais volumosa no Paraná pela maior proximidade do canal de umidade. No Rio Grande do Sul, por sua vez, pancadas de chuva isoladas típicas de verão associadas ao calor são esperadas neste fim de semana, mas a distribuição da chuva será irregular e em poucos locais. O destaque será uma frente fria que na segunda-feira trará chuva mais ampla no Rio Grande do Sul, a despeito de grande variabilidade em volumes, e que já começa a ingressar pela fronteira com o Uruguai no final do domingo com risco de temporais. 

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O mapa acima do modelo Icon do serviço meteorológico alemão, disponível ao assinante na seção de mapas com quatro atualizações diárias, mostra os volumes de chuva no Centro-Sul do Brasil até quinta-feira da próxima semana.

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