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Na Europa, o calor segue castigando o continente do Sul ao Norte. A situação é mais grave na Grécia com os piores incêndios florestais em décadas. Dois enormes focos de incêndio eram registrados, um a Oeste e outro a Leste da capital Atenas.


A fumaça cobriu a região e mudou a paisagem a ponto da acrópole ateniense ficar envolta na fumaça em foto que estampou as capas de jornais gregos e do mundo inteiro.

A onda de incêndios na Grécia não é acaso. O país enfrenta o julho mais quente da sua história. Levantamento publicado ontem por um meteorologista do Met Office, o serviço meteorológico inglês, mostrou que durante os últimos 20 anos os verões ficaram muito mais quentes no Hemisfério Norte.


Fortes e mais freqüentes onda de calor são consequência de um processo continuado de elevação da temperatura planetária. Na mesma linha de pesquisas sobre impactos das mudanças climáticas, diversos trabalhos alertaram ao longo dos últimos anos que sob um planeta mais quente o número e a gravidade de incêndios florestais aumentariam. Mesmo com um começo de ano com La Niña, a temperatura global em 2018 segue muito acima da média do século XX.

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