SENASA/Divulgação

tempo já melhorou na área da província argentina de Corrientes onde estão os gafanhotos que colocam em alerta autoridades argentinas, brasileiras e uruguaias. Choveu, contudo, nas últimas horas na região. Os volumes foram baixos ou muito baixos.

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Segundo Ricardo Felicetti, chefe do Departamento de Defesa Vegetal da Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul, a chuva é uma aliada contra a praga. 

“Quando há precipitação, eles diminuem muito a atividade e tendem a permanecer no solo. A própria biologia do inseto começa a ficar comprometida porque a zona de conforto dele é temperatura alta e tempo seco. Uma vez no solo, podem ser vítimas de predadores naturais, o que tende a diminuir a infestação”, disse.

A projeção do modelo GFS indica agora uma sequência de dias de tempo seco na região, mas com frio, condição que não é favorável aos insetos. Deve voltar a chover na região no final do mês, mas, novamente, com baixos volumes. Na sequência ingressará outra massa de ar frio ainda mais forte. 

Segundo o último informe das autoridades argentinas da SENASA, os gafanhotos seguem nesta quinta-feira na localidade correntina de Sauce e não se deslocaram devido à baixa temperatura.

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A nuvem de gafanhotos levou o Ministério da Agricultura a declarar estado de emergência fitossanitária nas áreas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A portaria foi publicada no início da madrugada desta quinta-feira no Diário Oficial da União (DOU).