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O planeta teve o segundo mês de março mais quente desde o começo dos registros em 1800, segundo a agência de clima do governo dos Estados Unidos (NOAA). Já para a NASA e a JMA (Agência Meteorológica do Japão) foi o terceiro março mais quente até hoje.


Essas pequenas diferenças se devem à metodologia de cálculo da temperatura nas áreas de baixa densidade de estações meteorológicas como o Ártico.

Chamou atenção no ranking da NOAA que março de 2019 foi o quinto mês mais quente de toda a série histórica iniciada em 1880: março de 2016 (+1,24ºC), fevereiro de 2016 (+1,22ºC), dezembro de 2015 (+1,13ºC), abril de 2016 (+1,09ºC), e março de 2019 e janeiro de 2016 (+1,06ºC).  Na contramão do globo, a América do Sul teve o março menos quente desde 2014.

O boletim climático mensal preparado pela NOAA ainda indicou que a cobertura de gelo marítimo na Antártida, no Polo Sul, em março, foi a segunda menor em 41 anos de observação (21,6% menor que a média 1981-2010), só atrás de 2017 (33% menor). Já a cobertura de gelo marítimo no Ártico foi a sétima menor da série histórica (5,7% abaixo da média 1981-2010).


Março foi marcado por desastres naturais com prejuízos bilionários e elevada perda de vidas humanas como as enchentes no Irã e o ciclone tropical que arrasou Moçambique (foto) com mais de mil mortos.

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