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Um monstro, literalmente um monstro. O furacão Michael, de categoria 4 na escala de nome Saffir-Simpson que vai até 5, tocou terra hoje à tarde no Noroeste do estado da Flórida, nos Estados Unidos. A tempestade com vento de até 250 km/h e rajadas mais fortes atingiu a Florida Panhandle com força jamais vista na região já habituada a furacões.


As primeiras imagens mostravam devastação em diversos pontos, sobretudo próximos da costa. As cenas eram de maciça destruição em México Beach com prédios arrasados e a localidade inundada pela elevação em metros da maré.

 

Michael, desde que se iniciaram os dados em 1851, é o furacão mais intenso em outubro até hoje a atingir os Estados Unidos. E o mais intenso a tocar terra no país desde Camille em 1969 com pressão atmosférica mínima no centro do ciclone tropical de 919 milibares. Camille, que ocupa o segundo lugar do ranking, teve pressão mínima ao tocar terra de 900 mb. Já o mais intenso foi o furacão do Dia do Trabalho em 1935 com 892 km/h. Para se ter ideia, Michael teve ontem pressão mínima menor que o Katrina (920 mb), em 2005, e Andrew (922 mb), em 1992. Ambos furacões históricos pela destruição e mortes causadas.

No ranking de vento, Michael ficou em quarto lugar ao alcançar terra, atrás do furacão do Dia do Trabalho, Camille e Andrew. Não será surpresa se na reanálise, Michael for elevado à categoria 5.


O furacão segue avançando terra adentro hoje com chuva extrema e vento destrutivo no estado da Geórgia.

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