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Este fim de semana deve ter chuva no Rio Grande do Sul, mas extremamente irregular e de caráter localizado. Em muitas cidades gaúchas não vai cair uma gota e, isoladamente, nuvens carregadas podem causar pancadas fortes de curta duração.

Essa irregularidade da chuva vai marcar o mês de dezembro no Estado. E, na análise da MetSul, é um sinal de alerta para o risco de estiagem, ao menos em parte do território gaúcho. As regiões com maior probabilidade de chuva abaixo a muito abaixo da média histórica durante as próximas semanas são o Oeste e o Sul gaúcho, segundo os modelos climáticos.


Dados de modelos que vão até a metade de janeiro indicam chuva inferior ao normal em várias regiões do Rio Grande do Sul. O mapa mostra a projeção de anomalia de chuva até o final de dezembro (em milímetros dia) a partir de vários modelos climáticos mundiais em que se observa a tendência de precipitação em valores abaixo do normal no Sul do Brasil, particularmente no território gaúcho.


O canal primário de umidade da América do Sul estará direcionado neste período para o Centro-Oeste e o Sudeste do Brasil com chuva acima a muito acima da média histórica. Minas Gerais e partes do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, em especial, podem sofrer com chuva extrema.

O modelo europeu, por exemplo, chega a projetar entre 400 mm e 500 mm apenas nos próximos 15 dias em parte de Minas Gerais. Em se tratando de uma região de relevo acidental, o risco de que se produzam enchentes e deslizamentos de terra será muito alto.

 

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