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Depois de um período de pouca ou nenhuma chuva em muitas cidades, a instabilidade típica desta época do ano volta a aumentar na Região Sudeste. Chuva e temporais serão frequentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo no restante do ano e no começo de 2019. No vídeo, o aguaceiro que atingiu Uberlândia durante o sábado, transformando a avenida Random Pacheco, uma das principais da cidade, num rio. 

 


Apesar de volumes localmente muito altos associados a temporais em todos os estados do Sudeste no período, os maiores acumulados de precipitação tendem a se concentrar em Minas Gerais, onde algumas áreas devem ter entre 200 mm e 300 mm até o começo do ano. Os mapas mostram os acumulados de chuva previstos pelos modelos americano e canadense para os próximos dez dias.


Volumes tão altos devem provocar alagamentos e inundações em áreas urbanas durante tempestades. Em áreas de relevo haverá ainda um alto risco de deslizamentos pela sucessão de dias chuvosos e períodos de chuva intensa. Por outro lado, a chuva colaborará com o aumento dos reservatórios das hidrelétricas, esperando-se uma forte elevação da ENA (Energia Natural Afluente) no submercado do Sudeste que pode voltar a superar a marca dos 50.000 MWmed no começo de 2019.  Todos os modelos coincidem em indicar volumes altos, apesar de grande variabilidade local, para duas das principais bacias da região, a do Grande e do Paranaiba. 

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