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Os últimos dez dias de fevereiro devem marcar um aumento da chuva no Brasil Central. Estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo, Goiás e o Centro, Oeste e o Sul de Minas, além do Rio de Janeiro, devem experimentar um incremento nos acumulados de chuva no período com excessos locais. Os modelos divergem sobre os volumes. O GFS, americano, indica volumes muito mais significativos para a região. Já o canadense aponta o mesmo aumento, porém com acumulados menores e uma distribuição mais irregular da chuva.



No Sul do Brasil, os maiores volumes de chuva tendem a seguir ocorrendo no Paraná. No Rio Grande do Sul, os modelos têm uma maior divergência. Enquanto o americano GFS segue indicando pouca chuva para o Oeste e o Sul do Estado, nas áreas mais afetadas por estiagem, o canadense aponta a possibilidade de mais chuva para essas regiões com 50 mm ou mais em alguns pontos no período. O modelo europeu dá suporte à solução do modelo americano. Na Argentina, impressiona como devem ser baixos os volumes de chuva nas províncias de Santa Fé e Entre Rios. Em Buenos Aires, a chuva retornará de forma muito irregular com volumes satisfatórios em alguns pontos e escassos em outros.

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