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Beryl espalha destruição desde o final de junho pela região do Caribe e nesta sexta-feira afeta o estado mexicano de Quintana Roo e seu balneário mais famoso de Cancún | CURTIS KITCHEN/ANADOLU/AFP/METSUL METEOROLOGIA

A península mexicana de Yucatán começou a sentir os efeitos no começo desta sexta do furacão Beryl, que vai castigar com maré de tempestade, chuva intensa e vento com força destrutiva ao longo do dia a região da Riviera Maya, que inclui Cancún, Playa del Carmen e Cozumel.

A tempestade está chegando à costa como um forte furacão de categoria 2, com ventos de pico estimados em 170 km/h, de acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).

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A tempestade recuperou brevemente o status de intenso furacão (categoria 3) na noite de quinta-feira, antes que a borda frontal da tempestade começasse a se aproximar do México nesta sexta.

No começo desta sexta, contudo, ao encontrar maior divergência vertical de vento (cisalhamento), a tempestade recuou para categoria 2. Meteorologistas a bordo de voos de reconhecimento relatam que a Beryl tem oscilado muito em intensidade pela maior divergência.

A tempestade matou pelo menos 11 pessoas no Caribe e na Venezuela, incluindo uma mulher na Jamaica, onde o impacto da tempestade chegou na quarta-feira. Ela morreu quando uma árvore caiu em sua casa, de acordo com uma reportagem da Reuters.

O furacão Beryl, no Caribe, finalmente enfraqueceu ontem para categoria 2 depois de ter chegado à categoria 5 no começo da semana. Com isso, Beryl foi um furacão intenso (categorias 3 a 5) por 4 dias e 8 horas, igualando a tempestade Emily (2005) como a tempestade com mais dias no patamar de furacão intenso na história do Atlântico antes de agosto.

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Mais cedo na semana, Beryl se transformou no furacão categoria 5 mais precoce já visto no Atlântico, duas semanas antes de Emily. E, no final do mês passado, Beryl se converteu no primeiro furacão categoria 4 já observado em junho no Atlântico, um produtor de recordes históricos.

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