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Camaquã enfrenta inundações pela cheia do Rio Camaquã (Batalhão Aéreo da Brigada Militar)

O Rio Grande do Sul começa a semana com enchentes por conta de cheias em rios principalmente do Centro e do Sul gaúcho. A Defesa Civil de Cachoeira do Sul começou no fim de semana a retirada de famílias que tiveram suas casas invadidas pelas águas do Rio Jacuí. Moradores do Bairro Cristo Rei e da localidade de Ferreira. Ao todo, são 18 famílias desabrigadas e que estão no pavilhão da Fenarroz, além de 24 desalojadas e que estão na casa de parentes.


Defesa Civil de Cachoeira do Sul

Cheias também no Sul. O Rio Jaguarão alaga áreas no município. As áreas mais atingidas na cidade são parte do bairro Vencato, região do presídio e Vila dos Pescadores. Nenhuma família das áreas de risco está desabrigada, porém estão sendo monitoradas.  Já em Rio Branco, cidade vizinha do Uruguai, são 19 pessoas abrigadas no Ginásio Municipal. A maior parte das famílias reside na zona comercial de Rio Branco. Mesmo com áreas inundadas, que atingiram também o entorno dos free shops, o movimento de turistas continuou intenso na cidade uruguaia. 

Jaguarão – Fernanda Cassel/Programa Variedades do Ruba

Em Pelotas, os volumes muito altos de chuva do final do mês de novembro e o vento elevaram muito o nível do canal São Gonçalo. Há alagamentos em áreas ribeirinhas. 


Pelotas – Ricardo Acosta

Em Camaquã, Defesa Civil e a Brigada Militar estruturaram uma operação de ajuda humanitária, com apoio aéreo do Batalhão de Aviação, para atender a comunidade da Ilha Santo Antônio, no delta do rio Camaquã. A localidade, que possui 70 famílias, está isolada há 24 horas. O local está inacessível por terra e via aquática. A operação, por meio de suporte logístico, utiliza helicóptero para entregar os alimentos e água potável para comunidade.

Conforme o último boletim oficial, 7390 pessoas foram atingidas pela chuva e os temporais em 32 cidades gaúchas. São 257 desabrigados e 239 desalojados, além de 6894 afetados com danos menores. Há 1790 residências atingidas.

A cidade com situação mais grave segue sendo Dom Pedrito, com 4,2 mil pessoas afetadas e 20 desabrigados depois do vendaval com rajadas de 145 km/h na última terça. O município registra dano em pelo menos mil casas.

 

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