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Ingressamos na segunda quinzena de setembro, mas o Pacífico Equatorial persiste numa condição de neutralidade e sem a presença de El Niño. O fenômeno de aquecimento das águas superficiais se manifesta em regra a partir do inverno, em julho e agosto, e neste ano se vier a ocorrer como os modelos climáticos apontam será na forma de um evento bastante tardio pros padrões históricos.

A NOAA, Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera, órgão do governo norte-americano responsável por previsões do clima, diz haver uma possibilidade de 50% a 55% de que um episódio de El Niño comece durante a primavera e de 65% a 70% que o fenômeno estará presente no próximo verão.


Boletim semanal da NOAA divulgado obtêm apontou que todas as regiões de monitoramento do Pacífico Equatorial apresentam águas mais quentes do que a média neste momento, mas as anomalias de temperatura da superfície do mar não atingem os critérios mínimos pra caracterização de El Niño.


Na chamada região Niño 3.4, no Pacífico Central, durante a última semana a anomalia foi de +0,3ºC, abaixo do patamar mínimo de +0,5ºC usado no indicativo de que as condições são de El Niño na região. Como são necessárias várias semanas com marcas iguais ou acima de +0,5ºC pra se estabelecer que há El Niño, não se vislumbra no curto prazo um anúncio sobre a presença do fenômeno.

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