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A tendência de chuva para os próximos sete dias é de que o canal primário de umidade da América do Sul concentre-se entre o Centro-Oeste e o Sudeste do Brasil. 

Haverá maior disponibilidade de vapor d’água na atmosfera e, assim, chuva mais frequente e volumosa em parte destas regiões.


Com efeito, sob fluxo de umidade da região amazônica, as áreas do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e de Goiás serão as regiões com mais chuva nos próximos sete dias.

A chuva, contudo, será muito variável em volumes de um ponto para o outro no Centro-Oeste do Brasil.

No Sudeste, a chuva é igualmente muito irregular e afetará mais São Paulo e Oeste de Minas Gerais. Devem ser esperados temporais isolados principalmente da tarde para a noite que trazem volumes muito altos em curto período.

Na cidade de São Paulo, as precipitações tendem a ser muito irregulares e com pancadas apenas isoladas típicas de verão. Em razão do calor, devem ocorrer temporais isolados da tarde pra noite com grandes acumulados de precipitação isoladamente.

Isso em áreas urbanas, por exemplo, como da capital paulista, provoca alagamentos e inundações repentinas. Estes altos volumes isolados não conseguem ser antecipados por modelos numéricos com precisão.

No Sul do Brasil, a chuva será mais escassa no Rio Grande do Sul e muito irregular nos próximos sete dias. Áreas costeiras ou próximas do litoral podem ter muita chuva em Santa Catarina e no Paraná. 

O mapa do modelo Icon do serviço meteorológico alemão, disponível ao assinante na seção de mapascom quatro atualizações diárias, mostra os volumes de chuva de sete dias.


Observe a tendência de chuva mais escassa no Rio Grande do Sul e volumosa no Leste catarinense e paranaense.

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