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O cenário é desolador nas principais áreas produtoras de grãos da Argentina por conta da seca severa que assola o Centro e o Nordeste do país, onde se concentra a maior parte da produção agrícola. Os campos de cultivo em Arrecifes, no Norte da província de Buenos Aires, estão secos e abandonados. “Não chove há vários meses”, diz o fazendeiro Juan Pablo Rossi. “Perdemos praticamente todas as colheitas de inverno”. O fotojornalista Luis Robayo, da agência AFP, esteve em Arrecifes e registrou o drama da seca.

LUIS ROBAYO/AFP/METSUL METEOROLOGIA

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Três anos sucessivos de seca têm suscitado temores na Argentina de que a colheita deste ano, particularmente de soja, seja significativamente reduzida, causando um golpe nas exportações do país sul-americano e em seu abastecimento interno.


O balanço mais recente que acaba de ser publicado mostra que a seca atingiu 175 milhões de hectares em dezembro com um aumento de 10 milhões de hectares relação a novembro. Os dados foram divulgados nesta semana em relatório elaborado pela Direção Nacional de Risco e Emergência Agrícola.

A região Centro, onde se concentra a maior parte da produção agrícola da Argentina, registou o ano mais seco dos últimos 62 anos e a zona núcleo de produção ficou em segundo lugar, logo abaixo de 2008. O triênio 2020-2022 foi o mais seco registado na média nacional da Argentina desde o começo das observações.


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