Segundo turno da eleição terá chuva em grande parte do Centro-Sul do país, com instabilidade no domingo nos principais colégios eleitorais do país, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Norte e no Nordeste do Brasil, predomínio será de sol e tempo firme com pancadas muito isoladas na região amazônica.

Foto de eleitora na frente de toalhas de Lula e Flávio

EVARISTO SÁ/AFP/METSUL

Um centro de baixa pressão e o avanço de uma frente fria devem reforçar a instabilidade entre o Centro-Oeste e o Sudeste, com pancadas por vezes fortes e risco de temporais isolados.

No Rio Grande do Sul, a chuva deve atingir principalmente a Metade Leste, enquanto no Oeste a precipitação será isolada ou sequer ocorrerá. Santa Catarina e Paraná também terão chuva, sobretudo nas áreas próximas ao litoral, incluindo Florianópolis e Curitiba.

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No Centro-Oeste, a instabilidade será maior no Mato Grosso do Sul, devendo alcançar o Sul de Goiás e o Distrito Federal na forma de pancadas isoladas, especialmente da tarde para a noite.

O Sudeste, região mais populosa e com o maior número de eleitores, terá a maior instabilidade. São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com 34 milhões de eleitores aptos, tem previsão de chuva na capital e no interior, por vezes moderada a forte, com risco de temporais isolados.

Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral, com 16 milhões de eleitores, também terá pancadas em várias regiões e que podem ser localmente fortes, inclusive à tarde em Belo Horizonte.

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No Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral, com quase 13 milhões de eleitores, a precipitação poderá atingir a capital e o interior, com maior probabilidade durante a tarde.

O impacto da chuva sobre abstenção eleitoral no Brasil é uma questão sem resposta definitiva. Há diversos estudos sobre efeito de chuva, neve e outras condições em comparecimento às urnas no exterior, especialmente nos Estados Unidos, país com devoção por estatísticas, porém no Brasil faltam pesquisas específicas e cruzamentos entre dados meteorológicos e eleitorais no Brasil que possa oferecer uma resposta.

Assim, não é possível dizer que a precipitação provocará aumento da abstenção sem referenciais em estudos com análises de pleitos do passado. De forma empírica, sabe-se que chuva forte pode prejudicar logística para os deslocamentos até locais de votação, especialmente em zonas rurais.