Porto Alegre terá outro dia de calor neste domingo | ALEX ROCHA/PMPA

O Rio Grande do Sul experimentou neste sábado mais um dia de forte calor em diversas regiões do estado. As máxima outra vez superaram os 35ºC no Oeste, no Noroeste, na Grande Porto Alegre e nos vales sob o domínio de uma massa de ar quente que cobre o estado gaúcho há vários dias.

De acordo com dados de estações oficiais do Instituto Nacional de Meteorologia, as máximas deste sábado no Rio Grande do Sul atingiram 36,1ºC em Uruguaiana e Alegrete; 35,9ºC em São Borja; 35,2ºC em Quaraí; 35,1ºC em Campo Bom e Santiago; e 35,0ºC em São Luiz Gonzaga.

Foi o terceiro dia seguido em que as máximas na rede oficial do estado superaram a casa dos 35ºC. Na quinta, a temperatura máxima havia sido de 36,7ºC em Uruguaiana. Ontem, a máxima no estado foi de 37,6ºC, também em Uruguaiana. Na primeira metade do mês, o Rio Grande do Sul chegou a ter doze dias seguidos com máximas acima de 35ºC.


Em Porto Alegre, o sábado também foi marcado pelo calor. A temperatura máxima na estação de referência climatológica do Bairro Jardim Botânico chegou a 33,2ºC. No Sul da cidade, na estação do Aeroclube do Rio Grande do Sul, em Belém Novo, aqueceu menos com máxima de 30,6ºC.

O calor vai prosseguir neste domingo no Rio Grande do Sul com as maiores máximas previstas para o Oeste, o Noroeste, o Centro, os vales e a Grande Porto Alegre. Outra vez são esperadas máximas ao redor ou acima dos 35ºC no Oeste gaúcho enquanto na Grande Porto Alegre a temperatura ficará entre 31ºC a 33ºC na maioria das cidades da região metropolitana.

Mas, afinal, até quando vai o calor neste fim de fevereiro. A temperatura já declina no Sul gaúcho, mas o alívio em grande parte do estado chega no começo da semana com a atuação de uma área de baixa pressão atmosférica que vai favorecer instabilidade com chuva em todas as regiões gaúchas entre segunda e terça-feira.


Não se trata de uma massa de ar frio que proporcione queda de temperatura substancial no estado. Será a chuva que fará com que as marcas nos termômetros não se elevem. Como a atmosfera estará ainda aquecida, a maior umidade que impedirá máxima altas acabará por proporcionar abafamento.

O indicativo dos modelos numéricos é que no final da primeira semana de março ingresse ar mais ameno no Rio Grande do Sul, mas uma massa de ar frio mais forte que possa derrubar a temperatura a valores outonais ainda vai tardar. Haverá ainda muitos dias de calor no que resta deste verão.

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