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Chuva de 900 mm em Uruguaiana em janeiro. Tempo seco no Sudeste em janeiro que fez o preço de curto prazo atingir o teto no mercado livre de energia brasileiro. Recorde de temperatura máxima de mais de um século de dados em Santiago do Chile. Janeiro mais quente desde o começo das medições em Porto Alegre (1910) e no Rio de Janeiro (1927). Recordes de temperatura no começo deste mês em estações com um século de observações no Sul do Chile e na Patagônia. Tempestade com vento raramente visto e chuva de 160 mm em duas horas na cidade do Rio de Janeiro. Enchentes na Argentina e Uruguai. Maior máxima de Florianópolis e primeiro registro de 40ºC na cidade desde o começo das medições em 1911. Chuva e enxurradas de lama com tempestades de raios como poucas vezes se viu no deserto do Atacama.

Tudo isso desde o começo deste ano. Ontem, em artigo, o serviço meteorológico nacional do Chile descreveu esse começo de 2019 na América do Sul como uma “loucura de anomalias e recordes”.


Mudanças nos padrões atmosféricos de chuva e vento provocaram extremos e situações incomuns em grande parte do Cone Sul, afetando todos os países da região.


Os meteorologistas em seu relatório observam a influência do aquecimento do Pacífico em alguns eventos, mas ressalvam que cada episódio não pode ser atribuído às mudanças climáticas. A maior recorrência dos recordes e o aumento dos extremos, contudo, são sinal de mudanças no clima para os especialistas chilenos.

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